sábado, 29 de dezembro de 2012



básicamente...

"De quando em vez lá te entregas
Nesse sim, em que te negas,
Ou se não, que me é tanto
... Não te pergunto os porquês
Deste amar, de quando em vez,
Ou talvez de vez em quando

Quase sempre de fugida,
Como criança escondida,
Nosso amor brinca com o fogo
Se queremos dizer adeus,
Porque dizemos meu Deus
Simplesmente um até logo

E o enleio continua
À mercê de qualquer lua
Que nos comanda os sentidos
E a paixão que não tem siso,
Deixa-nos sem pré-aviso
De corpo e alma despidos

Por teimosia, ou loucura,
Algemamos a ventura,
Do amor, em nós, reencarnando
Prefiro, como tu não vês,
Amar-te de qundo em vez
Ou talvez de vez em quando"

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